“O engenho nunca parou”: permanências culturais nos engenhos de farinha – o exemplo do Engenho de Farinha e Alambique Vô Zeca, da cidade de Garopaba

Karina Amorim Vieira

Resumo


Este artigo abordará a continuidade da produção e da cultura, no Engenho de Farinha e Alambique Vô Zeca, situado na cidade de Garopaba, através da produção familiar, utilizando como principal método, a história oral, sendo realizada uma entrevista. Essa discussão tem como principal finalidade, investigar o porquê que este engenho continua a funcionar há mais de 70 anos, tendo em vista, que existem vários fatores que podem impossibilitar esta produção.  Este assunto é importante para a história, pois se trata da permanência de uma prática cultural, que se torna essencial na vida dessas pessoas.


Palavras-chave


Engenho de farinha; produção familiar; permanência cultural; entraves da produção.

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Revista Santa Catarina em História - Florianópolis - UFSC - Brasil ISSN 1984-3968